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Meu maior desafio sempre foi saber o que fazer. Acho que é essa a melhor fase da vida para descobrir o que fazer e o que não fazer. Todas as experiências que temos, sejam boas ou ruins, sempre devem servir pra nos ensinar algo. O que não deu certo, não deve ser repetido, mas o que der e foi bom para nós, pode sim acontecer repetidas vezes. Mas nunca devemos esquecer que o que é demais sempre atrapalha. Costumava dizer para meus amigos quando criança, que tudo que era demais sobrava, e minha mãe sempre jogava sobras no lixo. Já o que é de menos falta e pode ser considerado como uma tentativa vã. Mas o que é na medida dura por muito e muito tempo. Vou sempre reforçar a ideia de que o pra sempre pode ser pra sempre sim. E essa é uma ideia que eu gosto muito, porque eu espero que a minha eternidade seja tão maravilhosa como eu esperava.
Uma vez, uma irmã na igreja disse que as nossas escolhas interferem no nosso futuro e, um em uma conferência das moças, a Irmã Dalton nos disse que se tomarmos uma decisão uma única vez, isso nos ajudará. E se formos firmes em nossas escolhas certas, seremos abençoadas. Mas como saber se nossas decisões são corretas? Uma grande amiga, que hoje é a mulher do bispo de minha ala, diz que devemos perguntar ao Senhor em Espírito de oração se estamos corretos em nossas decisões.
Como uma jovem também tenho minhas dúvidas sobre o que fazer, como devo agir, mas busco sempre saber se estou no caminho certo. Como jovem, também tenho o desejo de experimentar coisas novas, mas aprendi que só vale a pena experimentar coisas novas, se delas eu for tirar algo de bom, porque se for me trazer algo de ruim, ou não for mudar nada a minha vida, não vale a pena.. pois o nosso tempo é algo muito precioso pra ficar gastando com coisas que não vão me acrescentar nada de bom.

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